domingo, 15 de outubro de 2017

TED (CRÍTICA)



   TED tem talvez uma das premissas mais engraçadas e inusitadas do cinema: um ursinho que torna a vida e vira amigo de um garoto solitário. A direção de Seth Macfarlane, criador de Family Guy, tinha tudo para tornar a premissa eficiente, infelizmente, as piadas não são tão engraçadas e inteligentes como da série.


   O filme começa muito bem, tirando sarro de si mesmo e mostrando o quão famoso TED ficou e como ele 
em seguida caiu no esquecimento. Algumas cenas do filme são hilárias. Só pelo fato do urso ser tratado como gente por todos, tendo até mesmo relações sexuais.

  Em certos momentos o tom besteirol do filme é engraçado, mas nem sempre funciona. O filme nãp apela para situações nojentas, mas pessoas muito loucas por terem usado drogas não é mais tão engraçado.

  Ted ter que se afastar de seu amigo Benett (Mark Wahllberg) pra que ele viva em paz com sua namorada é onde o filme mais peca. Isso porque o namoro dos dois é levado muito a sério pelo filme, que deveria tirar sarro dessa situação, assim como faz com as outras. Ted segue a risca a forma de estrutura do gênero, o que incomoda bastante, já que podemos deduzir o final quando o filme ainda está no meio.

   Ted não vai lhe causar momentos de grandes gargalhadas, mas é uma boa pedida para quem busca um besteirol que não apela para momentos nojentos e um romance nos moldes "sessão da tarde" 


NOTA: 5,7

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