CRÍTICA
VINGADORES:
GUERRA INFINITA
Após mais de 20 filmes, muita especulação, teorias e
“hype”, finalmente Thanos estreia de fato no UMC e como já era de se esperar, é
a melhor coisa do filme.
Na trama, Thanos, junto dos seus generais, está em busca
das joias do infinito, para que com um estralar dos dedos possa destruir metade
do universo. Em uma primeira análise pode parecer um pouco banal e familiar
demais, contudo, no decorrer do filme vamos entendendo mais o seu lado,
principalmente quando contracena com sua filha, Gamora. O vilão é o personagem
principal do filme, o que fez com que outros personagens importantes, como
Capitão América, tivesse menos tempo de tela dessa vez.
Um medo que todos tinham era de que o número de
personagens excessivos pudessem criar uma trama atropelada e sem
desenvolvimento e isso acontece em partes: de fato as coisas parecem um pouco
apressadas as vezes, mas o ritmo nunca parece destoar e cada herói tem algo
para fazer de acordo com suas habilidades.
A conclusão do filme é de certa forma inesperada, apesar
de claramente ser reversível no próximo filme. Isso não muda o fato desse longa
ter um caráter menos episódico do que os outros filmes da Marvel e cumprir bem
seu papel como o filme do maior vilão desse universo.
NOTA: 8
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